Alemanha no Verão: Rota Romântica (parte 1: Würzburg e Rothenburg ODT)

Olá, Madames!

Depois de explicar sobre os preparativos da viagem, vamos à viagem em si!!

Saindo de Paris, pegamos um trem para Frankfurt. Devo dizer que viajar de trem pela Europa é agradável e prático, então não tivemos problema algum.

Na estação de trem de Frankfurt (Frankfurt HBF ou Frankfurt Hauptbanhof) nos dirigimos ao balcão da Sixt, empresa na qual havíamos reservado o carro que nos levaria pela estrada romântica.

***Abre parênteses para falar sobre o aluguel do carro***

Uma boa dica para aluguéis de carro é prestar atenção nos benefícios oferecidos pelo seu cartão de crédito. Cartões Visa e Mastercard oferecem seguro de danos materiais para o carro quando você aluga pagando com os respectivos cartões. Entranto nos sites de cada cartão você poderá ver as regras e coberturas, mas em geral é necessário pagar a reserva com o cartão e rejeitar o seguro oferecido pela locadora – se você contratar o seguro da locadora não terá direito ao do cartão.

Eu costumo usar o seguro de danos materiais oferecido pelo cartão (LDW ou CDW) e contratar mais o seguro de danos contra terceiros (LIS). Para mais informações sobre os tipos de seguro, sugiro ler esse post.

Outra dica importante: em todas as locadoras que eu já fui até hoje o atendente tentou me convencer de que o seguro do cartão não cobriria as minhas necessidades: em Las Vegas me disseram que o seguro era só subsidiário, e que só seria válido se também fosse contratado o seguro da locadora (mentira, se você fizer isso o seguro do cartão será perdido). Na Alemanha tentaram nos convencer que o seguro do cartão não cobriria o aluguel de mini SUV (mentira também, eles só não cobrem carros esportivos, tipo uma Ferrari ou coisa assim). Por isso é bom ler bem os termos do seguro do cartão para não cair na ladainha das locadoras.

***Fecha parênteses***

Com os papéis do aluguel do carro e com a chave na mão, saímos da estação até uma rua comercial imediatamente em frente para comprarmos um chip de dados para o nosso celular. Como disse no post anterior, contamos com o google maps nessa viagem, ao invés de utilizar o GPS embutido no carro.

Meu plano era ir até uma loja da O2 logo na frente da estação, comprar um chip de dados e voltar, mas o atendente me informou que eles estavam se chips pré-pagos!!! Felizmente, ele nos apontou um cyber café imediatamente na frente da loja onde eu poderia encontrar diversos chips de várias operadoras. O próprio atendente do cyber café sugeriu que eu levasse o chip de 3 gigas da Lebara, que, segundo ele, tinha o melhor preço (realmente, era bem mais barato do que o chip que eu havia planejado comprar).

Com o chip de dados funcionando, pegamos o carro, definimos nosso primeiro destino no GPS e partimos para Würzburg!!

Não, não passeamos nem um pouquinho em Frankfurt – estávamos ansiosos pela Rota Romântica!

Würzburg

Chegamos na cidade no meio da tarde, fizemos o checkin no hotel e fomos passear.

O hotel escolhido foi o B&B hotel. Trata-se de uma rede low cost da Alemanha, onde tivemos estacionamento gratuito, quartos limpos e cama confortável por um preço razoável. Os quartos não eram grandes, mas não faltou espaço, e o café da manhã foi pago à parte. A rede é um pouco parecida com a Ibis, que tem no mundo todo: não propõe nenhum luxo, mas lhe garante todo o necessário: limpeza, conforto, estacionamento e wi-fi.

O único contra do hotel é que ele não ficava perto do centro histórico. Assim, não foi possível ir andando para a parte mais interessante da cidade: tivemos que pegar o carro e quebrar a cabeça com as regras de estacionamento da cidade (para mais informações sobre o estacionamento, veja o post anterior).

Würzburg foi destruída durante a 2a Guerra Mundial, e lentamente reconstruída depois.

A catedral da cidade, Dom St. Kilian, é a 4° maior igreja românica da Alemanha. Foi construída em 1045, e suas torres foram adicionadas quase 200 anos depois. Em 1945 a Catedral foi totalmente queimada e a sua restauração só terminou em 1967.

Bürgerspital é uma instituição de caridade fundada em 1319 e voltada para o atendimento de doentes e idosos. Para gerar renda, a instituição possui um vinícola e produz vinhos para venda e degustação.

Juliusspital, fundada em 1576, é uma das maiores instituições da caridade do país, e também produz vinhos que estão à venda na cidade.

No alto da cidade é possível ver a fortaleza de Marienberg, cercada por vastos vinhedos.  Em 707 foi erguida no local uma igreja e, em 1201 um palácio foi construído. Este palácio serviu de residência para os príncipes-bispos da cidade de 1253 até 1719, quando os bispos resolveram construir a uma nova morada no centro da cidade (Residenz). A visita à fortaleza é interessante. Lá em cima você poderá ter uma vista legal da cidade e conferir os museus instalados na antiga fortificação.

Passeio entre os muros da fortaleza.

Passeio entre os muros da fortaleza.

Vale a pena passar um tempinho fingindo que o tempo parou entre os muros de Marienberg!

Depois de saírem de Marienberg, os príncipes-bispos de Würzburg se mudaram para Residenz, um palácio construído em 1744. Seus jardins são muito bonitos, e seu interior conta a história da destruição e da resconstrução do prédio após a 2a Guerra Mundial. Não cheguei a entrar pois já chegamos após seu horário de fechamento, mas os jardins são bastante agradáveis.

Os jardins de Residenz

Os jardins de Residenz

A melhor atração da cidade, no entanto, é a ponte Alte Mainbrücke. Não pela ponte em si, mas pela vida que se desenvolve por ali no final da tarde e à noite.

São músicos de rua, artistas e locais que se reúnem na ponte para tomar uma cerveja ou um vinho por ali.

Ponte Alte Mainbrücke

Ponte Alte Mainbrücke

Achei muito agradável gastar algumas horas pelo centrinho histórico, apreciando o clima festivo que surgia ao redor da ponte.

Paramos para comer no restaurante Alte Mainmühle, no pé da ponte, onde ficamos observando o pôr do sol (se quiser comer por lá é conveniente fazer reserva).

Vista do restaurante Alte Mainmühle.

Vista do restaurante Alte Mainmühle.

Foi nesse restaurante que eu fui apresentada, pela primeira vez, às “modestas” porções de comida da Baviera:

"Uma porção de salsichas, por favor"

“Uma porção de salsichas, por favor”

Rothenburg Ob Der Tauber

No dia seguinte saímos de manhã rumo a Rothenburg ob der Tauber.

O plano inicial era para em algumas cidadezinhas no caminho, como Bad Mergentheim, Röttingen e Creglingen, mas eu estava ansiosa para conhecer Rothenburg ODT e decidimos ir direto pra lá e curtir a cidade com calma.

Honestamente, não me arrependo – que cidade mais linda! Parece até de brinquedo!!

O nome da cidade remete a Rote Burg (fortaleza vermelha) ob der Tauber (acima do rio Tauber).

Uma lenda ronda a cidade: a cidade, protestante, teria sido cercada por tropas católicas, que planejavam destruí-la. O prefeito da cidade, no entanto, foi negociar com os inimigos, que propuseram uma aposta: se ele conseguisse beber, de uma só vez, 3,25 litros de vinho, a cidade seria poupada. Reza a lenda que o prefeito conseguiu tomar todo o vinho, salvando a cidade e se tornando um herói local!

Muralha que cerca o centro de Rotheburg

Muralha que cerca o centro de Rotheburg

Até hoje as pessoas bebem vinho “para salvar a cidade”, e o relógio do prédio do Conselho Regional faz referência ao “evento”.

A Marktplaz abriga a prefeitura e diversas lojinhas interessantes, cheias de relógios cuco, enfeites de Natal, sorvetes, artigos medievais, miniaturas fofas e coisinhas lindas.

Ali também ficam o museu do Natal e a loja de Natal, cheia de artigos natalinos o ano todo! Uma delícia passear lá dentro!

Ali perto também você encontrará a esquina mais famosa da cidade:

Rothenburg ODT

Rothenburg ODT

A cidade é cheia de cantinhos lindos, mesinhas na rua e ambientes agradáveis.

Rothenburg, sua linda!

Rothenburg, sua linda!

As lojinhas da cidade são uma atração à parte. O que você acha de uma loja só de artigos medievais (de espadas a roupas)??

loja de artigos medievais em Rothenburg

loja de artigos medievais em Rothenburg

Nós nos hospedamos em uma pousada antiga bem no centro da cidade, chamada Spitzweg. Basicamente uma casa de três andares, com quartos nos dois andares de cima, deixando o térreo para a recepção e um restaurante.

A pousada é administrada por um casal de velhinhos muito simpáticos. A senhora só falava alemão, mas o risonho senhor falava inglês e até arriscou falar um pouquinho de português (bem pouquinho, só pra agradar).

Falava alegremente sobre como o Brasil é maravilhoso e sobre as partes que já conhecia do país. Foi bastante atencioso também em indicar restaurantes para comermos e passeios para fazer. Recepção agradabilíssima!

O café da manhã, incluído na diária, foi mais uma amostra dos exageros alimentares alemães: um grande prato de pães, frios e frutas nos foi servido assim que chegamos no salão do café, isso sem contar o buffet e as bebidas disponíveis – era comida suficiente para quatro pessoas, talvez mais!

Almoçamos no restaurante desta pousada.

Pousada com restaurante agradável próximo à muralha.

Definitivamente uma cidade encantadora!

 

No próximo post falarei sobre Augsburg e as cidades e visitamos no caminho a partir de Rothenburg.

 

Beijinhos,

Madame Brum

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Viajando pela Rota Romântica: preparativos

Olá, Madames!!

Depois de um roteiro gastronômico em Paris (post completo aqui e aqui), pegamos um trem para a Alemanha, para finalmente começarmos a cobrir a famosa Rota Romântica!

Para quem não sabe, a Rota Romântica (Romantische Straße, em alemão) é uma estrada no sul da Alemanha, na região da Baviera, que liga Wurzbürg a Füssen, no extremo sul do país, passando por diversas cidadezinhas que parecem ter parado no tempo.

Casinha típica da região da Baviera

Casinha típica da região da Baviera

As casinhas com madeira exposta e telhado inclinado, as flores nas janelas, as pracinhas medievais… tudo gera um ar realmente romântico e bucólico!

Antes de falar sobre o meu roteiro especificamente, eu gostaria de ressaltar alguns pontos:

Sobre a Rota:

A Rota inclui, no total, 28 cidades, espalhadas ao longo de quase 500 km de estrada. Visitar todas as cidades exigiria algumas semanas, mas acho que elas não são tão diferentes entre si, então optamos por selecionar algumas e montar um roteiro mais enxuto.

Tudo o que você precisa saber para organizar seu roteiro pode ser encontrado no site oficial da Rota.

mapa da rota

mapa da rota

Alugar um carro para percorrer as cidades é uma ótima opção! Também é possível viajar de ônibus ou de bicicleta (para os mais atletas), mas acredito que o carro seja a forma mais prática de passear.

Não é necessário passar uma noite em todas as cidades – algumas podem ser visitadas em poucas horas.

Um ponto importante, se você estiver usando o GPS, é prestar atenção ao trajeto escolhido: o GPS tende a indicar as rotas mais rápidas, em geral autobahns. É legal dirigir em Autobanhs, mas a Romantische Straße não é uma autopista, e sim uma estrada auxiliar bem menos e mais lenta, que te levará por cenários românticos e cidadezinhas fofas. Para garantir que está no caminho certo, procure a rota que passa pela estrada B-25 no GPS, e preste atenção nas plaquinhas que indicam que você está no caminho certo!

Dirigindo na Alemanha

Dirigir nas estradas da Alemanha é uma experiência maravilhosa! Pistas boas, paisagens bonitas, motoristas conscientes, diesel que rende uma eternidade… não há do que reclamar!

Algumas coisas que me chamaram a atenção:

  • As placas de trânsito são um pouco diferentes das nossas, então vale a pena pesquisar um pouco antes para não se confundir na estrada.
  • Ninguém dirige na pista da esquerda: ela serve APENAS para ultrapassagem. Então não seja você o idiota nas estradas gringas, ok? Fique nas pistas da direita.
  • Em vários trechos das Autobahns (toda estrada cujo nome começa com A é uma autobahn) não há limite de velocidade. Além disso, as estradas são tão boas que você nem percebe que está dirigindo a uma velocidade muito maior do que está habituado!
  • Essa placa significa que não há limite de velocidade naquele trecho da estrada.

    Essa placa significa que não há limite de velocidade naquele trecho da estrada.

  • Eu já falei que a pista da esquerda é só para ultrapassagens, né? E que as algumas estradas não têm limite de velocidade. Ou seja: não pense que você está “andando muito rápido” e que por isso pode ficar na pista da esquerda. Provavelmente aparecerá um Porsche, BMW ou Mercedes correndo mais que você, então não bloqueie a pista da esquerda!!
  • Na Alemanha é comum encontrar carros menores movidos a diesel. Alugamos uma Tiguan a diesel, e percorremos toda a rota romântica e mais um pouco com meio tanque. Sim, foram mais de 600 km com meio tanque!!! Só abastecemos na hora de devolver o carro, e gastamos exatos 45 euros no posto perto de Munique. Eu não sei como isso aconteceu, mas até hoje eu estou impressionada!
  • Alerta: você sentirá uma pontada de raiva quando voltar ao Brasil e lembrar que não há respeito no trânsito, pistas maravilhosas nem combustível quase infinito.

GPS

O carro que alugamos tinha um GPS embutido, mas nós não usamos (como você procura as coisas em um GPS em alemão??).

Ao invés disso, compramos um chip de celular da marca Lebara, que nos garantiu 3G de dados para usar em até 30 dias, por 20 euros.

A internet funcionou bem a viagem toda, o google maps foi bem eficiente para indicar caminhos alternativos no trechos em obras e mesmo usando o GPS pra cima e pra baixo não gastamos nem 1G nos 5 dias de estrada.

Além disso, foi bom ter acesso à internet para usarmos o google tradutor quando não conseguíamos ler as coisas em algum lugar.

Estacionando o carro

A menos que você vá se hospedar na cidade, é melhor estacionar o carro do lado de fora da muralha. As cidades, em geral, são pequenas e medievais, sem muita estrutura para a circulação de carros – e com poucos lugares para estacionar. Deixando o carro nos bolsões de estacionamento fora das muralhas você evitará dores de cabeça.

Disco de estacionamento

Disco de estacionamento

Se parar dentro da cidade, deve ter atenção às regras de estacionamento: os carros alugados costumam ter um disco azul no porta luvas: você deve selecionar no disco a hora em que você parou, deixar o disco sobre o painel do carro e prestar atenção às placas que definem o tempo máximo de estacionamento (normalmente 1 horas ou 1 hora e meia).

Em alguns lugares dentro das cidadelas será necessário pagar para estacionar, aí você vai precisar se entender com as maquininhas de estacionamento.

Para mais esclarecimentos sobre o estacionamento, vale a pena ler este post aqui.

Quanto tempo ficar?

Você pode fazer a rota em 3 dias ou em 2 semanas, dependendo do seu apreço por cidadezinhas do interior.

Nós fizemos o que nos interessou em 4 dias e meio, parando para dormir nas seguintes cidades: Würzburg, Rothenburg ob der Tauber, Augsburg e Füssen.

Nossa rota completa incluiu Wüzburg, Rothenburg ob der Tauber, Dinkelsbühl, Nördlingen, Augsburg, Schwangau e Füssen.

Acho que foi uma boa quantidade de dias para ver tudo o que queríamos sem ficar se saco cheio.

Sobre os alemães

Eu sempre tive a impressão de que encontraria pessoas sérias e fechadas na Alemanha.

Não sei se a população estava feliz com o verão ou se eles são sempre assim, mas achei o povo muito alegre, festeiro e bem humorado (exceto em Berlim). Foi muito agradável quebrar a imagem que eu tinha sobre a população!!

Sobre a língua

Mesmo viajando por cidades pequenas no interior do país, eu não tive problemas com a língua. Aprendi uma meia dúzia de frases para tentar ser educada, mas a verdade é que em todos os lugares tinha gente falando inglês fluentemente.

Tá certo que a Rota Romântica é uma coleção de cidades turísticas, e é normal que lugares turísticos estejam preparados para falar inglês, mas realmente não tivemos problema algum com a língua. Até nos restaurantes era possível encontrar cardápios em inglês.

Ainda assim, não custa mostrar simpatia aprendendo umas palavrinhas básicas, né?

Mini vocabulário do turista esforçado:

Bom dia – Guten Morgen (leia Gutên Mórguen)

Boa tarde – Guten Tag (leia Gutên Ták)

Boa noite – Gute Nacht (leia Gutên Narrt)

Com licença/ desculpe – Entschuldigung (leia enxúldegung)

Obrigado – Danke (leia dânke) ou Danke Schön (leia dânke xône)

Por favor – Bitte (leia Bíte)

Desculpe, eu não falo alemão – Entschuldigung, Ich spreche kein Deutsch (leia Enxúldegung, íxi sprerre kain dóiti)

Comida na Alemanha

Ao contrário da França, onde os pratos são pequenos e leves, a Alemanha parece adepta ao exagero. Todos os pratos eram grandes e pesados, com muita salsicha, batata, carne de porco e chucrute (uma receita típica com repolho, nada leve para o estômago).

Em cima, uma prato francês. Em baixo, um alemão.

Em cima, uma prato francês. Em baixo, um alemão.

Acho que passei duas semanas comendo salsicha com mostarda…

Bebidas

Chopp e cerveja.

“Ah, mas eu não gosto de cerveja”. Eu também não. Mas as de lá são boas de verdade!! Experimente, pelo menos!

Os vinhos também são interessantes, se você não conseguir se entender com a cerveja. Mas vale a pena experimentar, de verdade!

Beer Gartens

Beer Gartens, ou jardins de cerveja, são muito comuns nas épocas de calor da Alemanha.

Quase todos os restaurantes terão mesas largas a céu aberto onde você pode comer e beber ao ar livre junto com vários outros alemães e turistas alegres.

Em Munique há Beer Gartens bem grandes, deliciosos, onde vale a pena pegar um chopp, sentar e observar os locais esbanjando felicidade!

Alguns beer gartens maiores não terão garçons, então atenção às regras: pegue a comida e bebida nos “bandejões”, pague e leve para a mesa. Provavelmente vão te cobrar um “depósito” pelo copão de chop – isso não significa que você pode levar o copo pra casa, ok? Devolva os copos no lugar indicado e pegue seu dinheiro de volta.

Além disso, observe uma coisa: mesmo com tanta gente bebendo juntas, ninguém levanta a voz, grita, arruma briga ou faz estardalhaço. Eles bebem e voltam ao trabalho como se o álcool não fizesse efeito em suas cabeças loiras. E eles não bebem pouco, não! Eita povo resistente.

Hotéis

Muita gente deixa para escolher o hotel durante a viagem. É possível ir viajando e simplesmente dormir na cidade em que você estiver por volta das 18h. Você ficará com a agenda mais livre, sem pressa para chegar em uma determinada cidade até o final da hora do checkin (observe que em cidades pequenas como essa é comum não ter recepção 24h, então você precisa chegar e fazer o checkin até as 19h, e depois fica com uma chave da portaria).

Mas eu não sei viajar assim, reservei todos os meus hotéis com antecedência pelo booking.com e não tive problemas.

Não sei qual é a probabilidade de chegar em uma cidadela dessas e não conseguir hotel disponível, mas se você for uma alma livre pode pesquisar em outros blog a experiência de viajar sem reservas.

Nesse blog as viagens envolvem tanto planejamento quanto possível (sim, eu AMO planejar a viagem, não consigo evitar!).

No próximo post eu conto sobre o nosso roteiro pela Rota Romântica!

Beijinhos,

Madame Brum

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